A Malhação passou para os sábados à tarde.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Novembro 2013
Queremos juntar a comunidade no próximo fim-de-semana.
Para tal, propomos que se agarrem às linhas e agulhas no sábado de manhã.
O projeto malhação ganhou autonomia e voltou com sangue novo.
É no centro comunitário de Linda-a-Velha, das 10h às 12h
Para domingo o grupo da mobilidade vai apresentar o seu programa de actividades e para isso nada melhor do que fazer uma festa.
A Festa da bicicleta
Vamos ter gincanas, teatro KamiShibai, passagem de filmes, música a pedal, lanche partilhado, etc, etc.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Newsletter da Transição Portugal
Este verão foi uma época de muito trabalho interior e virado para a Transição nacional. Como resultado prático desse trabalho está a newsletter da Transição Portugal compilada pela Margarida da Covilhã e o Fernando da ITLaV.
Eis o número 1:
E a número 2, fresquinha, fresquinha:
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Celebração do Equinócio de Outono
"O equinócio de Outono marca a transição do Verão para o Outono e a quantidade de luz durante o dia altera-se. Todos os animais e toda a Natureza se preparam para um longo inverno de sono. Durante este tempo, somos convidados a acender a luz interna para iluminar o nosso caminho através de noites mais longas."
Dinamizado pela APAS - Associação Pedagógica,
vai ter lugar este domingo dia 22 de Setembro de 2013
a partir das 16h,
na Oficina Comunitária
a celebração do Equinócio de Outono.
Inscrições limitadas
mais informação em:
ana@ap-as.pt ou 96 294 71 00
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Daqui a pouco...no Maria Matos
TIM JACKSON
PROSPERITY AND SUSTAINABILITY IN A GREEN ECONOMY
SALA PRINCIPAL
CONVERSAS
SEG 24 JUNHO 18H30
A conferência será transmitida via streaming em direto através do site:
Moderador: José Castro Caldas. Doutorado em Economia pelo ISCTE, José Castro Caldas é investigador do CES – Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra onde integra o Núcleo Ciência Economia e Sociedade (NECES) e o Observatório do Risco.
Um dos temas centrais do trabalho desenvolvido pelo RESOLVE, grupo de investigação em estilo de vida e ambiente, é precisamente a tensão latente entre as preocupações com a sustentabilidade e a demanda pela prosperidade. Esta tensão é notória quando o conceito de prosperidade é baseado na acumulação materialista. Mas até mesmo quando a prosperidade é enquadrada de forma diferente, por exemplo no que diz respeito à qualidade de vida ou às nossas capacidades de desenvolvimento, as estruturas do crescimento económico e os valores do consumismo tendem a levar a sociedade a consequências insustentáveis. Este dilema é uma das bases do livro Prosperity without Growth ― economics for a finite planet. O livro denuncia as dinâmicas do problema, mas também aponta possíveis soluções estruturais.
A conferência incluiu o lançamento da edição portuguesa do livro Prosperity withouth Growth ― economics for a finite planet pela Tinta da China, com o apoio do Teatro Maria Matos.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Ajudada
O que é uma Ajudada?
no dicionário está:
no dicionário está:
Substantivo feminino (de ajudar)
Auxílio que a um lavrador prestam os outros, seus vizinhos, em trabalhos de campo; adjutório, adjunto.
É isso mesmo: um auxílio comunitário, uma mão que lava a outra e ambas lavam a cara. E se aplicássemos isso à economia de uma comunidade? Ou seja como é que uma iniciativa de Transição pode prosperar quando há tanto desespero económico e tantos problemas sociais?
Foi esta a questão colocada em Portalegre no passado fim-de-semana de 14 a 16 de Junho e a resposta foi colectiva.
O primeiro dia foi dedicada à cabeça. Foram apresentados projetos de comunidade de Portalegre, realizada uma mesa redonda entre teóricos da economia da dádiva, do decrescimento económico e ativistas da Transição como Charles Eisenstein, Gary Alexander, Ana Reis e Anselm Jappe.
O segundo dia, dedicado ao coração (o fator emocional), foi repleto em apresentações, tertúlias, jogos, poesia, música, partilha de projectos, vontades e sonhos.
No terceiro e último dia da Ajudada, dedicado às mãos (a aplicação visível de tudo o que foi discutido e partilhado), muitas pessoas transformaram um espaço cedido pela edilidade local num espaço limpo, pintado, mobilado e cheio de alma para receber projectos sem casa.
Todo o evento foi organizado e realizado desafiando todas as normas que conhecemos, provando que há algo para além do que conhecemos e que o decrescimento económico não tem de ser algo negativo e mau.
Parabéns e o nosso muito obrigado à Filipa Pimentel, à iniciativa de Transição de Portalegre e a todos que tornaram este evento possível e que agora depende de todos nós para se tornar "mainstream".
A Ajudada só agora começou...
A ‘Gift Economy’/’Economia da dádiva’ - é a prática de manter um fluxo de dádivas numa comunidade partilhando os recursos e as competências que nela existem.
Numa economia da dádiva, TODOS têm um papel activo e são valorizados, não apenas aqueles que geram dinheiro, confiando-se no potencial de sabedoria e criatividade que cada um transporta consigo.
Embora a troca, as moedas locais e outros mecanismos possam passar a desempenhar um papel mais importante, o paradigma que se promove neste evento é o da dádiva: a noção de que todos temos algo para contribuir, a compreensão de que através da cooperação todos nos sentiremos mais seguros, confiantes e realizados, ou seja, mais ricos (na acepção mais profunda do termo). A dádiva sempre foi parte integrante da economia comunitária e deveria ter um papel mais valorizado daquele que tem hoje. É este aspecto que queremos realçar e não o desaparecimento total de outras expressões da economia.
A palavra “economia” é hoje entendida em associação com uma vertente meramente “mercantil”. Deve, no entanto, referir-se que, na sua origem, significa ‘gerir a nossa casa' comum. O dinheiro é apenas um instrumento da economia, mas os eventos recentes têm mostrado que não está de facto a cumprir uma função adequada. Serão necessários outros sistemas de entreajuda, outras formas de gerir as dádivas da comunidade.
Numa economia da dádiva, TODOS têm um papel activo e são valorizados, não apenas aqueles que geram dinheiro, confiando-se no potencial de sabedoria e criatividade que cada um transporta consigo.
Embora a troca, as moedas locais e outros mecanismos possam passar a desempenhar um papel mais importante, o paradigma que se promove neste evento é o da dádiva: a noção de que todos temos algo para contribuir, a compreensão de que através da cooperação todos nos sentiremos mais seguros, confiantes e realizados, ou seja, mais ricos (na acepção mais profunda do termo). A dádiva sempre foi parte integrante da economia comunitária e deveria ter um papel mais valorizado daquele que tem hoje. É este aspecto que queremos realçar e não o desaparecimento total de outras expressões da economia.
A palavra “economia” é hoje entendida em associação com uma vertente meramente “mercantil”. Deve, no entanto, referir-se que, na sua origem, significa ‘gerir a nossa casa' comum. O dinheiro é apenas um instrumento da economia, mas os eventos recentes têm mostrado que não está de facto a cumprir uma função adequada. Serão necessários outros sistemas de entreajuda, outras formas de gerir as dádivas da comunidade.
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